
“Quareite autem primum regnum et iustitiam eius et omnia haec adicientur vobis”
Secundum Mattheum 6:33
Certa vez, me deparei com um pensamento sobre a importância da prioridade. Por isso fique por um tempo observando sua presença e a sua constante atividade na vida das pessoas que me circundam e o inseparável resultado que o priorizar gera. Assim, concluí que saber lidar com a prioridade é uma competência extremamente valiosa.
Desde o princípio da vida humana as escolhas e as decisões estão presentes em todas as circunstâncias, em todos os momentos vividos. Levando em consideração que escolher e decidir são partes inerentes do viver, e sendo assim, algo indissociável do dia a dia, cada um de nós há de se ter um pressuposto, uma referência, algo que dê a orientação para se fixar o que vem primeiro em nossas vidas. Portanto, se pararmos para refletir, observar-se-á que o pano de fundo da escolha ou da decisão é a prioridade que o indivíduo que decide tem em si para aplicá-la a uma situação. Noutras palavras, conforme o pensamento de Arthur Schopenhauer será aplicado os valores daquela pessoa no contexto em que estiver inserida, sempre com o intuito de solucionar algo, optar por algo ou, por fim, buscar minimizar qualquer espécie de sofrimento.
Por ser a prioridade algo tão importante e inseparável da vida humana, é forçoso reconhecer o valor de se ter o conhecimento do que ela é do que representa e, também, qual é a melhor forma de utilizá-la para o seu próprio benefício e para a do seu próximo.
Diante disso passei a buscar a origem da palavra prioridade. Constata-se que a sua primeira aparição na língua portuguesa foi no século XVII. O termo deriva do latim medieval prioritas ou prioritatis, cujo sentido expõe a qualidade do que está em primeiro lugar, daquilo que tem primazia ou preeminência para alguém.
Deste modo, chegamos aos elementos necessários para uma conclusão do seu significado: prioridade é o valor ou a qualidade atribuída a algo ou a alguém que possui mais importância para o indivíduo, que o faz dar maior atenção e tempo para ela. Neste ponto é interessante notar que a prioridade está intimamente ligada ao tempo.
Justamente pelo fato de não se poder fazer tudo, em razão das limitações naturais do ser humano e, sendo o tempo uma delas, faz com que o bem viver, objetivo inato do ser, esteja vinculada à administração das prioridades. Tendo-se em vista que as prioridades são estabelecidas de acordo com os valores das pessoas, me propus a entender o processo em que elas são fixadas e exercidas. Nesse contexto, podemos atribuir à prioridade a seguinte classificação: individual, coletiva, material e espiritual.
Não obstante cada uma dessas classificações interferirem umas nas outras, nos ateremos nestes escritos ao desenvolvimento de premissas individualizantes para fins de melhor exposição. Ante a prioridade individual depara-se com os valores, com os pensamentos, com as decisões ou com as atitudes que visam benefício único e exclusivo para a pessoa que os adotam. Já por outro lado, a prioridade coletiva tem por finalidade uma benesse que alberga um grupo de pessoas, acarretando, por demais das vezes, prejuízos ou dificuldades ao indivíduo que a estabelece. A prioridade material visa exclusivamente a bens que supram nossos interesses e necessidades de natureza corpórea. Já a espiritual contempla a busca pela satisfação daquilo que queremos ou precisamos, cuja natureza é metafísica ou incorpórea.
Com o andamento entrelaçado dessas espécies de prioridades é que se esbarra a vida humana. Sendo elas partes da vivência, como já fora dito, resta apenas entender os seus campos e adotá-los com sabedoria, que, diga-se de passagem, não é nada fácil.
A prioridade nasce de uma vontade ou de uma necessidade. O primeiro campo, ou melhor, o nascedouro da fixação da prioridade se dá no pensamento. É com o trânsito da vontade e da necessidade pela mente humana que as prioridades são analisadas. Por conseguinte, estabelece-se um rol crescente de prioridades onde, daí já se parte para o campo da decisão, fazendo com que após a análise das vontades confrontadas com as necessidades, sempre tendo como base os valores, estabelecer-se-á o quem vem em primeiro, segundo ou terceiro lugar e assim sucessivamente. Mais ou menos esta equação: PRIORIDADE = Vontade +Necessidade / Valores
Contudo, como as nossas ações transformam o mundo que nos rodeia, e as prioridades que fixamos permeiam as atitudes, e ao final geram os frutos de nossas ações, notei a importância de assimilar com acuidade este processo. Assim, lembrei-me, portanto, da afirmação que Jesus fez sobre as prioridades: “Mas buscai primeiro o seu reino e sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas”[1]. Nesta passagem do Evangelho de Mateus, Cristo trata sobre as atitudes diante das necessidades e das vontades. Em Seus ensinamentos há a instrução de se priorizar aquilo que é espiritual em detrimento das demandas materiais. Por outro lado, não há a afirmação de que tudo aquilo que é material tem que ser abandonado, mas sim não deve receber dedicação exclusiva.
Passamos para um caso que observei: certo homem que pertence a uma família tinha a necessidade de trabalhar para obter a sua subsistência e a de seus pares. E tal homem se dedicava com afinco a essa necessidade, passando ela ao status de prioridade material. Mas essa prioridade somada à ansiedade se tornou uma busca incessante de acumulação de patrimônio econômico. E isso acabou tomando um imenso tempo de sua vida que, consequentemente, a convivência com sua família foi prejudicada. Com isso, lembrei-me da formação que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males... Não é o dinheiro! Mas sim o sentimento que se tem por ele o faz estabelecer as prioridades erradas!
Vi, com isto, que fora priorizado o material em relação ao espiritual. O trabalho deste homem passou do plano da subsistência para a acumulação, sacrificando, contudo, a instituição espiritual constituída por DEUS. Contrariando o ensinamento de Cristo. Isso, certamente, não significa que tal homem deveria parar de trabalhar para dar todo o tempo à sua família. Mas, segundo o ensinamento, deveria prezar pela administração do tempo. Levando em consideração que existe o tempo certo para todas as coisas... Cheguei à conclusão que a inversão das prioridades só acarreta mazelas que se durarem muito tempo podem se tornar irreversíveis, haja vista, que o tempo não volta.
Conforme Cristo, priorizar o reino e sua justiça é priorizar os valores espirituais que são descritos no Evangelho em detrimento dos valores que predominam no mundo hodierno. Se o que se busca é a acumulação econômica, que ela não seja mediante suborno ou com ganho desonesto. Não se deve sacrificar as riquezas que a família precisa para acumulá-lo; as famílias precisam de paciência, perdão, perseverança, humildade, união, temor do SENHOR, de tempo para conversar e ficarem juntas...
Outra coisa que percebi foi que as famílias que possuem essas riquezas tem como resultado a satisfação das necessidades e vontades materiais com maior facilidade. Pois as pessoas são unidas, mais preparadas para as dificuldades que lutam, vencem em seus espaços e fazem com que o grupo seja fortalecido e provoca o natural acúmulo econômico.
Com esta postura jamais se deve aceitar ganhar mais por um “jeitinho ali”, por uma simples mentira acolá (como se houvesse escala para mentiras!). Bom, se o objetivo é obter algo que não seja por meio do roubo. Se o foco é acumular status ou vaidade, que sinceramente nada valem, deve-se ter muito cuidado! Pois isso já fez muita gente boa cair e não se levantar... Basta uma breve olhada na história.
Para entender um pouco mais desse reino que Jesus mencionou recorri aos escritos de Lutero. Dentre as famosas noventa e cinco teses deste professor que foram fixadas em Wittenberg, a de número quatro trouxe bom esclarecimento: Manet itaque pena, donec Manet odium sui (id est penitentia vera intus), scilicet usque ad introitum regni celorum (Por consequência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus).
Se porventura, o ideal é buscar o reino como Cristo ensinou, devemos saber onde ele fica, caso contrário essa busca pode se tornar infrutífera. Pois bem, se se for procurar um condado com um castelo protegido por uma enorme muralha com o fim de visualizar um Espírito soberano sentado em um simples trono humano, sinto lhe dizer: nem comece! O Reino de DEUS que Jesus falou e ensinou o caminho é espiritual. Lugar onde impera o amor e a justiça. A lealdade e a humildade. E este reino não se manifesta em uma realidade paralela indecifrável, em algum lugar do cosmos ou em algum lugar do céu físico. Ele se manifesta no ser humano! Feitos imagem e semelhança, se recorda?
Lutero disse que “a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo”, ou seja, até a entrada do reino dos céus. Este pensamento traz, além das considerações sobre a penitência, o significado que enquanto há um sentimento como esse, que pertence ao mesmo grupo da inveja, porfia, maledicência, injustiça, não se pode entrar no reino.
Por outro lado, observei que o apóstolo Paulo trouxe uma concepção que explicou com muita clareza esse entendimento: “Pois o reino de DEUS não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo” (Carta aos Romanos 14:17). Se nos lembrarmos da distinção feita no início destes escritos, precisamente, das espécies de prioridades, veremos que neste trecho das Escrituras nos deparamos com a prioridade material e da espiritual.
Assim, buscar primeiro o reino e a sua justiça são características do metafísico, do espiritual, que um estereótipo jamais poderá superar. E tenho a convicção e a certeza que priorizar o reino e a justiça faz com que as demais coisas sejam acrescentadas...
Que estes escritos possam lhe ajudar a encontrar o reino e, com isso, lhe permita desfrutar das demais coisas!
Certa vez, me deparei com um pensamento sobre a importância da prioridade. Por isso fique por um tempo observando sua presença e a sua constante atividade na vida das pessoas que me circundam e o inseparável resultado que o priorizar gera. Assim, concluí que saber lidar com a prioridade é uma competência extremamente valiosa.
Desde o princípio da vida humana as escolhas e as decisões estão presentes em todas as circunstâncias, em todos os momentos vividos. Levando em consideração que escolher e decidir são partes inerentes do viver, e sendo assim, algo indissociável do dia a dia, cada um de nós há de se ter um pressuposto, uma referência, algo que dê a orientação para se fixar o que vem primeiro em nossas vidas. Portanto, se pararmos para refletir, observar-se-á que o pano de fundo da escolha ou da decisão é a prioridade que o indivíduo que decide tem em si para aplicá-la a uma situação. Noutras palavras, conforme o pensamento de Arthur Schopenhauer será aplicado os valores daquela pessoa no contexto em que estiver inserida, sempre com o intuito de solucionar algo, optar por algo ou, por fim, buscar minimizar qualquer espécie de sofrimento.
Por ser a prioridade algo tão importante e inseparável da vida humana, é forçoso reconhecer o valor de se ter o conhecimento do que ela é do que representa e, também, qual é a melhor forma de utilizá-la para o seu próprio benefício e para a do seu próximo.
Diante disso passei a buscar a origem da palavra prioridade. Constata-se que a sua primeira aparição na língua portuguesa foi no século XVII. O termo deriva do latim medieval prioritas ou prioritatis, cujo sentido expõe a qualidade do que está em primeiro lugar, daquilo que tem primazia ou preeminência para alguém.
Deste modo, chegamos aos elementos necessários para uma conclusão do seu significado: prioridade é o valor ou a qualidade atribuída a algo ou a alguém que possui mais importância para o indivíduo, que o faz dar maior atenção e tempo para ela. Neste ponto é interessante notar que a prioridade está intimamente ligada ao tempo.
Justamente pelo fato de não se poder fazer tudo, em razão das limitações naturais do ser humano e, sendo o tempo uma delas, faz com que o bem viver, objetivo inato do ser, esteja vinculada à administração das prioridades. Tendo-se em vista que as prioridades são estabelecidas de acordo com os valores das pessoas, me propus a entender o processo em que elas são fixadas e exercidas. Nesse contexto, podemos atribuir à prioridade a seguinte classificação: individual, coletiva, material e espiritual.
Não obstante cada uma dessas classificações interferirem umas nas outras, nos ateremos nestes escritos ao desenvolvimento de premissas individualizantes para fins de melhor exposição. Ante a prioridade individual depara-se com os valores, com os pensamentos, com as decisões ou com as atitudes que visam benefício único e exclusivo para a pessoa que os adotam. Já por outro lado, a prioridade coletiva tem por finalidade uma benesse que alberga um grupo de pessoas, acarretando, por demais das vezes, prejuízos ou dificuldades ao indivíduo que a estabelece. A prioridade material visa exclusivamente a bens que supram nossos interesses e necessidades de natureza corpórea. Já a espiritual contempla a busca pela satisfação daquilo que queremos ou precisamos, cuja natureza é metafísica ou incorpórea.
Com o andamento entrelaçado dessas espécies de prioridades é que se esbarra a vida humana. Sendo elas partes da vivência, como já fora dito, resta apenas entender os seus campos e adotá-los com sabedoria, que, diga-se de passagem, não é nada fácil.
A prioridade nasce de uma vontade ou de uma necessidade. O primeiro campo, ou melhor, o nascedouro da fixação da prioridade se dá no pensamento. É com o trânsito da vontade e da necessidade pela mente humana que as prioridades são analisadas. Por conseguinte, estabelece-se um rol crescente de prioridades onde, daí já se parte para o campo da decisão, fazendo com que após a análise das vontades confrontadas com as necessidades, sempre tendo como base os valores, estabelecer-se-á o quem vem em primeiro, segundo ou terceiro lugar e assim sucessivamente. Mais ou menos esta equação: PRIORIDADE = Vontade +Necessidade / Valores
Contudo, como as nossas ações transformam o mundo que nos rodeia, e as prioridades que fixamos permeiam as atitudes, e ao final geram os frutos de nossas ações, notei a importância de assimilar com acuidade este processo. Assim, lembrei-me, portanto, da afirmação que Jesus fez sobre as prioridades: “Mas buscai primeiro o seu reino e sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas”[1]. Nesta passagem do Evangelho de Mateus, Cristo trata sobre as atitudes diante das necessidades e das vontades. Em Seus ensinamentos há a instrução de se priorizar aquilo que é espiritual em detrimento das demandas materiais. Por outro lado, não há a afirmação de que tudo aquilo que é material tem que ser abandonado, mas sim não deve receber dedicação exclusiva.
Passamos para um caso que observei: certo homem que pertence a uma família tinha a necessidade de trabalhar para obter a sua subsistência e a de seus pares. E tal homem se dedicava com afinco a essa necessidade, passando ela ao status de prioridade material. Mas essa prioridade somada à ansiedade se tornou uma busca incessante de acumulação de patrimônio econômico. E isso acabou tomando um imenso tempo de sua vida que, consequentemente, a convivência com sua família foi prejudicada. Com isso, lembrei-me da formação que o amor ao dinheiro é a raiz de todos os males... Não é o dinheiro! Mas sim o sentimento que se tem por ele o faz estabelecer as prioridades erradas!
Vi, com isto, que fora priorizado o material em relação ao espiritual. O trabalho deste homem passou do plano da subsistência para a acumulação, sacrificando, contudo, a instituição espiritual constituída por DEUS. Contrariando o ensinamento de Cristo. Isso, certamente, não significa que tal homem deveria parar de trabalhar para dar todo o tempo à sua família. Mas, segundo o ensinamento, deveria prezar pela administração do tempo. Levando em consideração que existe o tempo certo para todas as coisas... Cheguei à conclusão que a inversão das prioridades só acarreta mazelas que se durarem muito tempo podem se tornar irreversíveis, haja vista, que o tempo não volta.
Conforme Cristo, priorizar o reino e sua justiça é priorizar os valores espirituais que são descritos no Evangelho em detrimento dos valores que predominam no mundo hodierno. Se o que se busca é a acumulação econômica, que ela não seja mediante suborno ou com ganho desonesto. Não se deve sacrificar as riquezas que a família precisa para acumulá-lo; as famílias precisam de paciência, perdão, perseverança, humildade, união, temor do SENHOR, de tempo para conversar e ficarem juntas...
Outra coisa que percebi foi que as famílias que possuem essas riquezas tem como resultado a satisfação das necessidades e vontades materiais com maior facilidade. Pois as pessoas são unidas, mais preparadas para as dificuldades que lutam, vencem em seus espaços e fazem com que o grupo seja fortalecido e provoca o natural acúmulo econômico.
Com esta postura jamais se deve aceitar ganhar mais por um “jeitinho ali”, por uma simples mentira acolá (como se houvesse escala para mentiras!). Bom, se o objetivo é obter algo que não seja por meio do roubo. Se o foco é acumular status ou vaidade, que sinceramente nada valem, deve-se ter muito cuidado! Pois isso já fez muita gente boa cair e não se levantar... Basta uma breve olhada na história.
Para entender um pouco mais desse reino que Jesus mencionou recorri aos escritos de Lutero. Dentre as famosas noventa e cinco teses deste professor que foram fixadas em Wittenberg, a de número quatro trouxe bom esclarecimento: Manet itaque pena, donec Manet odium sui (id est penitentia vera intus), scilicet usque ad introitum regni celorum (Por consequência, a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo (isto é a verdadeira penitência interior), ou seja, até a entrada do reino dos céus).
Se porventura, o ideal é buscar o reino como Cristo ensinou, devemos saber onde ele fica, caso contrário essa busca pode se tornar infrutífera. Pois bem, se se for procurar um condado com um castelo protegido por uma enorme muralha com o fim de visualizar um Espírito soberano sentado em um simples trono humano, sinto lhe dizer: nem comece! O Reino de DEUS que Jesus falou e ensinou o caminho é espiritual. Lugar onde impera o amor e a justiça. A lealdade e a humildade. E este reino não se manifesta em uma realidade paralela indecifrável, em algum lugar do cosmos ou em algum lugar do céu físico. Ele se manifesta no ser humano! Feitos imagem e semelhança, se recorda?
Lutero disse que “a pena perdura enquanto persiste o ódio de si mesmo”, ou seja, até a entrada do reino dos céus. Este pensamento traz, além das considerações sobre a penitência, o significado que enquanto há um sentimento como esse, que pertence ao mesmo grupo da inveja, porfia, maledicência, injustiça, não se pode entrar no reino.
Por outro lado, observei que o apóstolo Paulo trouxe uma concepção que explicou com muita clareza esse entendimento: “Pois o reino de DEUS não é comida nem bebida, mas justiça, paz e alegria no Espírito Santo” (Carta aos Romanos 14:17). Se nos lembrarmos da distinção feita no início destes escritos, precisamente, das espécies de prioridades, veremos que neste trecho das Escrituras nos deparamos com a prioridade material e da espiritual.
Assim, buscar primeiro o reino e a sua justiça são características do metafísico, do espiritual, que um estereótipo jamais poderá superar. E tenho a convicção e a certeza que priorizar o reino e a justiça faz com que as demais coisas sejam acrescentadas...
Que estes escritos possam lhe ajudar a encontrar o reino e, com isso, lhe permita desfrutar das demais coisas!
[1] Bíblia de Estudo Thompson: com versículos em cadeia temática; Antigo e Novo Testamento / compilado e redigido por Frank Charles Thompson; tradução de João Ferreira de Almeida. São Paulo: Editora Vida, 2007. Novo Testamento. Primeiro Livro. Evangelho de Mateus: Capítulo 06, versículo 33.
Muito importante suas palavras aprendi muito hoje.Obrigada , Elisângela
ResponderExcluirSábio estudo sobre prioridade. Muitos percorrem caminhos errados por décadas, por priorizarem apenas o material. Quando acordam do pesadelo, lamentam a impossibilidade de recuperar o tempo e a família perdidos. O bom senso pede equilíbrio entre espiritual e material.
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